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As seis principais mudanças na educação pós-pandemia4 min read

março 18, 2022 3 min read

As seis principais mudanças na educação pós-pandemia4 min read

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Depois de retomadas as aulas presenciais em todo o país, algumas realidades ficaram evidentes no cenário pós-pandemia. Algumas provisórias e outras permanentes, as mudanças no setor educacional de hoje irão definir os caminhos para escolas, educadores e alunos nos próximos anos. Por isso, reunimos as seis principais mudanças na educação pós-pandemia

Aulas presenciais: a principal mudança pós-pandemia

Entre tantas mudanças, a aula presencial deixou de ser um método indispensável. As tecnologias digitais ultrapassaram as fronteiras dos laptops e smartphones para assumir uma função protagonista nas salas de aulas, como aliadas dos professores na missão de transmitir conhecimento. Vamos, a seguir, falar de algumas das tendências:

1) Ensino a distância (EAD)

O número de alunos do ensino superior a distância já supera os matriculados no presencial, sendo atualmente a modalidade que mais recebe alunos. E assim continuará em 2022, mesmo com um cenário de imunização total da população e controle da pandemia.  

Uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) apontou que 55% dos alunos preferem a volta das aulas de forma híbrida, ou seja, presencial e também de forma virtual. Assim, o ensino a distância poderá ser uma realidade também para quem está no ensino presencial.

2) Ensino personalizado

Isso porque a pandemia expôs uma problemática já bem conhecida entre os profissionais da educação: a importância da personalização do ensino. Com os filhos em casa – em aulas on-line ao vivo ou gravadas – os pais identificaram os diferentes níveis de aprendizado dos jovens. Cada um a seu ritmo, cada um com sua necessidade. Por isso, o sucesso na jornada de ensino do estudante dependerá, cada vez mais, da capacidade das escolas e dos professores de criar métodos de customização do ensino, mesmo em ambientes de aulas coletivas.

3) Aprendizagem híbrida

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 Durante a pandemia, o fechamento do comércio, a proibição de eventos e o inevitável distanciamento social em sala de aula viabilizaram e aceleraram o ensino híbrido em todas as partes do País. Um desafio imenso para alunos, professores e escolas. Sem o uso da tecnologia, nada teria sido possível. Por isso, o uso de ferramentas tecnológicas que contribuam para a convergência entre o físico e o digital é fundamental para garantir o bom aproveitamento das aulas daqui em diante.

4) Digitalização da comunicação

A pandemia revolucionou a forma como pessoas e empresas se relacionam. Não foi diferente na educação. A era de hiper conectividade, que levaria décadas para chegar à grande maioria das salas de aula, foi encurtada para questão de meses ou anos. E será uma realidade cada vez mais presente em 2022.

5) Humanização do ensino

As quase 600 mil mortes pela Covid-19 e a transformação das relações humanas durante a pandemia mostram a clara a necessidade de ter mais empatia, seja no ambiente corporativo, seja o ambiente acadêmico. O processo de humanização do ensino é uma realidade cada vez mais presente nas instituições privadas. Uma pesquisa da plataforma novo.qedu.org.br, com 66.110 participantes, mostrou que há diversos projetos de humanização do ensino em curso nas escolas. Os mais comuns envolvem as temáticas Bullying, Educação ambiental, violência e uso de drogas. 

6) Gestão financeira escolar

A tecnologia não tem transformado apenas a forma como alunos, educadores e escolas se relacionam, mas também a maneira como as instituições de ensino administram suas próprias finanças. As chamadas edtechs, empresas de tecnologia voltadas ao setor de educação, como a Layers Education, têm facilitado a vida das escolas, reduzindo a burocracia, proporcionando mais transparência entre as partes envolvidas e, principalmente, reduzindo os riscos de perdas com inadimplência.

Muitos estudantes migraram das escolas privadas para as escolas públicas, principalmente na educação básica e ensino médio. Essa transferência de alunos se deveu a perda de renda das famílias, impactadas pelo aumento nos índices de desemprego, fechamento constante nas atividades de diversos setores e a suspensão de aulas presenciais no último ano decorrente da pandemia. 

E, para esse desafio, escolas estão tendo que se reinventar para negociarem acordos e adaptarem seus mecanismos de parcelamentos para evitar essa constante evasão. Graças às edtechs, isso tem sido um problema cada vez menor. 

Quer saber como podemos ajudar? Clique aqui e baixe nosso relatório “Tendências para a Educação 2022” e saiba mais.

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